sábado, 6 de novembro de 2010

Será? Ainda tentando.


Só de pensar na grande quantidade de coisas acumuladas que tenho para fazer fico até com receio de fazer este post e perder ainda mais tempo. Isso mesmo, perdi o sábado inteiro e, devido ao meu sono por ter dormido pouco, perderei parte do domingo também.


Estou muito bem e até despreocupado. Tenho certeza que conseguirei fazer tudo que está atrasado. Serei um melhor gestor do meu tempo. 

Agora o sábado está quase acabando, vou ainda tomar banho, fazer algo para comer, tomar sorvete e assistir Naruto.

Hoje vi novamente algo de uma pessoa aparentemente perfeita, nunca convivi com ela e isso nem vai acontecer, mas ela é muito linda e gosta das mesmas coisas que eu, pensa parecido comigo e até gostaria de ter algumas coisas que eu também quero.

Tenho certeza que eu vou conseguir conseguir viver aceitando aquele fato. É triste, mas não posso atrasar ainda mais minha vida por um evento que não acontecerá; e também não receberei meu presente, por hora.



Estou com fome, mas vou escrever mais.

Tenho vergonha do que eu acho que as pessoas pensam de mim, mas elas não tem esse direito de pensarem tias coisas; elas não me conhecem direito, pois eu não permiti que isso acontecesse. Portanto, o melhor é simplesmente não se importar; é difícil, mas necessário.

Fiquei agora imaginando o quanto que os possíveis leitores vão ficar me conhecendo se lerem todos os meus posts. Aqui eu simplesmente me exponho e falo quase tudo ou até tudo, mas de forma não tão compreensível. Não devo me importar com isso também, afinal quem é que para para ler alguma coisa aqui na internet? É por isso que os Vlogs fazem muito mais sucesso que os Blogs, pois eles estão em vídeo e as pessoas não tem que ler quase nada. Então não acho que alguém iria parar sua vagem emocionante pela internet e parar no meu Blog e ficar lendo meus posts.


Há outras coisas no caminho aonde eu vou.


segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Não há ninguém capaz de ser isso que você quer.

Hoje foi um dia triste, mas também foi dia de uma conquista. Aconteceu a proeza de eu folgar no trabalho e na faculdade sexta, sábado, domingo, segunda e terça; Vou aproveitar para estudar e colocar algumas coisas em dia, eu pensei. Entretanto, agora são 03:53 da manha de segunda e eu não fiz anda de tudo  que tenho que fazer da faculdade (seminários e estudar para as provas). Perdi bastante tempo com coisas bastante dispensáveis na Internet e assisti anime demais (acho que uns 30 episódios de Naruto Shippuden). Nesse ano, há poucos dias, eu tinha feito "22 anos" e estava, nesse dia, motivado a fazer diferente e fiz quase tudo igual; podia ter sido pior, mas eu me contive. Mas lembro que lavei colchas de cama e aquela colcha;  também fiz o somatório das contas da minha mãe.

Existem coisas que agente não pode controlar, como o tempo por exemplo. Existem coisas que são mais fortes do que nossas responsabilidades; do que nossa vontade. Essas coisas simplesmente dominam você e quando se dá conta  já fez um monte de besteiras que não queria realmente ter feito. Tem uma pessoa que quando ler essa parte vai pensar besteira, mas não; eu não fiz aquilo. Estive esses dias aqui em casa e não saí para lugar algum; só saí sexta à noite com a minha colega de faculdade Marília. Fomos comer Sushi com mais três amigos dela. 

Eu queria ter estudado, ter dormido direito e acordado bem cedo, ter arrumado e limpado meu quarto, mas nada foi feito. 

Mas onde está o fato bom que aconteceu nesses dias? Eu disse que tentaria fazer diferente e consegui com uma importante atitude. Eliminei da minha vida quatro elementos que me escravizavam e me faziam perder muito, muito tempo. Agora só tenho o meu mesmo e juntos com aqueles outros dois foram mais dois elementos somando quatro. Tenho fé em mim. 

Eu me perdoo. Sei que não posso fazer diferente assim, de repente, sem antes passar por um processo de mudança que me fará alcançar melhor meus objetivos.

Me sinto mais aliviado e capaz.

É muito difícil caminhar nessa estrada e: olhar para frente ver que ainda falta muito; olhar para os lados e ver que ainda não é o bastante e que tenho que me esforçar mais; olhar para as minhas mãos e não ter nada a segurá-las e nada em suas palmas; olhar para traz e ter a sensação de que o que foi feito estava quase tudo errado, mas não posso voltar, apenas consigo seguir em frente; perceber que não terei ajuda alguma para percorrer todo aquele caminho. Tudo isso é muito difícil, chega a doer; uma dor algumas vezes em forma de aperto; um aperto representando falta; uma falta que representa um vazio; um vazio que é simples de ser preenchido, que é bom de ser preenchido, mas ninguém consegue enxergar isso. 

Incrível! Eu já tenho 26 anos. Realmente eu não esperava construir tudo o que eu quero com essa idade, mas eu gostaria muito que algo tivesse começado, ao menos alguma coisa. Esse algo poderia dá suporte para outras coisas, mas na minha estrada não tem ninguém. 

Quero também mudar meu jeito de olhar as pessoas para que elas mudem o seu jeito de me olhar. É deprimente a forma que elas são tão complicadas e até ridículas. Lógico que também não sou a simplicidade em pessoa,a final sou humano e também cometo diversos erros. Um dia ela me olhou e desde então passou a  sorrir de forma empolgante e encantadora. Ela havia enchergado em mim algo que ela não via em mais ninguém e isso a fez querer estar sempre comigo, a querer saber do meu íntimo. A correspondência não foi imediata, mas nunca é. Entretanto chegou o momento em que as duas pessoas perceberam e se disseram inconscientemente: em fim eu te achei, agora eu posso ser feliz e ficar sempre ao seu lado na minha estrada. E dessa forma eu passei a caminha e a vê-la em todas as direções. Hoje, nossas estradas não estão mais lado a lado. houve uma mudança de direção. Eu decidi isso, foi inevitável; ou não? Mas foi necessário. 

Eu tenho medo. Medo de que todas as outras sejam cegas e deprimentes. Medo de não conseguir seguir em frente ou de seguir, mas sem muito propósito, apenas por medo de algo pior; apenas aguardando a chagada do meu almejado presente.

Será que devo tentar sem muito pensar? Não consigo.






sábado, 30 de outubro de 2010

O que me importa...

Foto antiga: setembro de 2007(+-)
Existe algo mais chato do que você estar fazendo algo bem legal, ou estar todo relaxadão e, de repente, você olha o relógio e percebe que passou um monte de tempo e você não fez nada do seu trabalho, não estudou nada, não pagou aquela conta, não enviou aquele e-mail importante, não fez aquele relatório, não limpou e arrumou seu quarto, não escovou os dentes, não tomou banho ainda, não lavou as cuecas, não encheu as garrafas, não estudou para aquela prova, em fim... não fez nada que devia e fica com aquela dor na consciência.

Isso acontece muito comigo, infelizmente. Eu sou muito do tipo que faz as coisas quando estar com vontade. Tipo: um vez me deu vontade de limpar a minha casa 2h da manha; eu limpei, mas o ruim é que era apartamento e fez barulho para os vizinhos de baixo (ninguém reclamou). Já teve até caso de que eu tinha prova no dia seguinte e eu não estudei mais porque simplesmente não estava com vontade de estudar àquela matéria e fui estudar outra coisa nada a ver. 

Outra coisa em relação ao tempo é que as pessoas se tornaram escravizadas por ele. Todos têm que fazer as mesmas coisas naqueles mesmos horários. Por exemplo: pela manha bem cedo quase todos têm que acordar para ir trabalhar ou ir ter aulas (seja de que for); ao meio dia é hora do almoço; 16h é o momento de um lanche; o horário da janta é que foge da regra, quase todos jantam em horários diversos ou nem jeatam; aí mais tarde, um pouco, é hora de dormir para reiniciar todo o ciclo. Não posso ser considerado anormal só porque eu quero assistir anime de madrugada, por que eu almoço 10:30, 11h ou 15h; ou ainda porque deu 01h e eu tive vontade de ir dar uma volta na praia e eu realmente fui; ou porque deu vontade de ir ao aeroporto só para ver os aviões feito um idiota. Nada a ver. Eu até participo da comunidade lá no orkut: Horários alternativos.

Tenho certeza que alguém já deve ter me ouvido falar que quando eu me formar vou desenvolver uma nova molécula que atue no nosso sistema nervoso central, nos nossos músculos e no nosso metabolismo, de modo que nos prive da necessidade de dormir. Não seria perfeito nós termos 8h a mais no nosso dia? Se bem que dificilmente eu durmo durante 8h em um dia, geralmente é 6h; ontem foram só 4h. Lógico que dormir é muito bom, mas ao invés de dormir eu poderia estar fazendo tanta coisa tipo: musculação, estudando mais, assistindo mais anime, namorando mais (se eu tivesse alguém) etc. 

Você já percebeu que se formos fazer apenas as coisas que realmente são importantes e construtivas agente não faz nada de legal; se for assim agente só ficar sempre só trabalhando, estudando, dormindo, comendo e as nossas demais necessidades fisiológicas. Seria bem triste. 

Estou tentando, de verdade fazer mais as coisas que mais me importam, que requerem mais responsabilidade; é difícil, mas aos poucos eu consigo. Tenho tanto o que fazer que se eu tivesse dinheiro eu contrataria uma secretária. Tenho contas a pagar, dois seminários pra fazer, provas para estudar, o quarto pra limpar (tá bem sujo e bagunçado) ... Eu consigo.

Tomara que todo o meu tempo aqui tenha valido a pena; que tudo que aprendi, sofri, e que tenha doído não tenha sido em vão. Sonho com um futuro mais tranqüilo. Sonho com um presente que pedi e que ainda não recebei, nem sei se mereço ou se ele vai ser necessário; tomara que não.


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Dor terrível e NARUTO


Ontem tive uma experiência terrível: tive dores intestinais nunca antes experimentadas. Acordei por volta de 06:30 e fiquei sentindo dores até por volta de 09:30, que foi quando minha mãe me deu um medicamento para esses tipos de dores. Depois disso eu dormi e acordei novamente com as tais dores e nem consegui direito pedir uns três medicamentos à farmácia, por telefone; minha mãe pediu, quando chegou eu os tomei e fiquei. Passei a maior parte da tarde assistindo NARUTO (uns 6 episódios - Shipunden 8 ao 14) e, durante isso acabei cochilando uns 60min e, quando acordei fiquei a pensar se iria ou não ao trabalho; terminei por ir, pois havia aplicação de duas provas marcadas para esse dia e não era bom faltar.

Outra coisa ruim desse dia foi que acabei também perdendo a prova de Bromatologia I, mas vou tentar fazer junto com a turma de quinta-feira.

Hoje, me sinto bem, até arrisquei lanchar pela manha no CENTERBOX um daqueles salgados grandes (até agora não senti nada). Acho que emagreci pelo menos umas 500g. Perdi já quase 2Kg devo estar com 63Kg.

A causa de tudo isso: foi uma carne maldita que me ofereceram quando eu cheguei no trabalho, no dia anterior. A Rubia tinha pegue a carne do almoço, que estava em uma vasilha fechada desde por volta de 12h, esquentou no micro-ondas e ofereceu  para os outros. Três pessoas passaram mal, eu (o caso mais grave), a Meire e a Rubia. Claro que, se eu soubesse que aquela carne estava alí fora da geladeira eu não teria comido, mas estava com aspecto e gosto bom. 
Estou tomando três medicamentos: um para as dores, um para extinguir as bactérias do meu estômago e outra para restabelecer a minha flora bacteriana normal.

Acho que nunca vou esquecer a dor que senti, nunca na minha vida eu tinha dito tanto "ai"; eu quase chorava de tanta dor. 



Bem, agora vou aqui continuar a seguir meu planejamento e estudar um pouco de Bromatologia.