quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Horizontalmente



Sem subir, nem descer. Parece que parou. Ficou meio sem ter muito o que fazer. Mas como isso é possível. Só lhe resta a vida inteira. Tanto o que fazer. 
Parece que o fim do ano representa o fim e não adianta fazer mais nada; o ano acabou mesmo. Deixa tudo só para o próximo. Até as dúvidas. 
O que realmente eu quero? Até onde eu quero ir? O que decidir para não perder tudo aquilo? 
Ainda tem espaço de sobra no meu coração. O que estou fazendo? Devo parar já?
Eu tenho aqui comigo tanta coisa pra te dar e eu sei que também tens. Mas sei lá. 
Tenho tantos planos, mas parece que não estou fazendo o suficiente para realizá-los. Só queria agora sorvete com ovomaltine. 
Será que saberemos ou já sabemos o certo e o incerto? Eu estou certo? Acho que não. É tão chato não saber de tanta coisa que dá vontade de parar agora mesmo. Continuar para que? Se nem sei onde vou chegar. Isso é terrível.
Será que é só isso mesmo? Tem tanta coisa ao meu redor e não consigo alcançar nem um oitavo delas. Eu quero sim mais oportunidades para poder alcançá-las. Tocá-las, senti-las e desfrutá-las. 
Acho melhor ir ler aqui o 1984, a farmacologia, a fisiologia e a bioquímica. 



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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Mudança

Estou a procura:
  • uma casa para alugar
  • um apartamento para alugar
  • alguém que já tenha um apartamento e alugue um quarto
  • alguém ou um grupo de pessoas que já morem em algum lugar e tenha um quarto vago
  • república que tenha vaga
  • dividir as despesas com alguém ou com um grupo de pessoas.
Enfim, algo assim. Moro em Fortaleza - CE.

Trabalho e estudo Portanto sou um tanto ocupado. Preciso de um quarto ou local com mais pessoas para dividir. Não tenho como arcar com as despesas de um lugar sozinho e nem quero. Dá muito trabalho morar sozinho; já fiz isso durante um ano e não gostei. Atualmente moro com minha família e no meu quarto ainda tenho uma mesa grande de computador, um microondas, geladeira, panelas, louça completa, talheres completos, três bancos e três cadeiras, garrafão de água, botijão de gás, uma estante para livros, duas lixeiras, roupeiro, batedeira e um ferro de passar.  
Vamos conversar!

Meus contatos são por aqui mesmo ou pelo facebook: http://www.facebook.com/glaysonsc

Realmente é bem difícil achar o lugar ideal e conseguir pessoas confiáveis e de fácil convivência, mas eu vou tentando.
Quando eu morava só eu trabalhava em alguns horários pela manha, outros tarde e outros à noite e estudava pela manha. Quando eu chegava ainda tinha janta para fazer, louça para lavar e às vezes eu até fazia almoço para o dia seguinte. No fim de semana tinha que estudar, limpar toda a casa, fazer comida para a semana, lavar roupa e louça que sobrou da semana (sempre tem louça para lavar). Era demasiado cansativo fazer tudo isso só.
Atualmente eu faço estágios pela manha e à tarde e noite eu trabalho. 
Outra coisa ruim é eu chegar em casa e não ter ninguém. Fazer tudo sem ter com quem conversar. Salvo algumas vezes que alguns amigos iam dormir comigo. 
Dessa vez quero morar com outras pessoas; até porque tudo ficaria mais barato para mim e para quem se dispuser a fazer isso comigo. Olha as contas a serem dividias: água, energia, aluguel, alimentação coletiva, Internet (telefone, provedor e banda larga), material de limpeza  comprar algum utensílio que esteja faltando. 


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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

O que tem dentro?

Você não tem isso, você não tem aquele jeito, não fala aquilo para mim, não me dá tudo que preciso, não me olha da forma que eu gostaria e não gosta do que eu gosto. 
É impossível ter tudo o que você almeja em se tratando da sua vida, da sua carreira profissional e em relação a bens materiais. E se tratando de pessoas? Existem tantas delas e em todos os lugares, alguns até inimagináveis. Como pode ser possível encontrar alguém que possa compartilhar tudo se nem tudo de bom para mim é bom para este alguém?
Eu queria mais; e quem não quer? Somos todos insatisfeitos de natureza. Quando chegamos até certo ponto de conquista, de uma determinada meta, queremos ir mais além. Algumas vezes tal atitude faz com que percamos coisas realmente valiosas que, encontradas uma vez, jamais retornarão, se desprezadas. 
Já disse algumas vezes que és o melhor e que eu jamais encontrarei outro a altura. 
Quando olho para algumas pessoas, imagino como se elas fossem ocas; algumas simplesmente são levadas diariamente para algum lugar e lá executam uma ação que lhe foi atribuída. Outras me parecem que são totalmente alheias daquilo que se passa ao seu redor e o que realmente é importante é apenas o seu mundo estar ou não bem. 
Às vezes observo as pessoas em lugares como em um ônibus, sendo conduzida para algum lugar e ali tão perto e ao mesmo tempo tão distante de todos daquele ambiente. Não estão a fazer nada, nem dormir. Então me vem a cabeça um trecho de um espetáculo teatral em que uma das personagens comenta que trata a todos da cidade como se fossem amigos, fala com estranhos em todos os lugares e os cumprimenta como se fossem falar de velhas histórias. Ela diz que tem centenas de pessoas que vêm em vão e é esquisito que ninguém se fale. 

Talvez você seja resultado de todas essas pessoas que vêm e vão todos os dias e não dão importância alguma às outras. Não se importa de estar só, de fazer tudo só, mas sei que até você sente as mesmas necessidades que eu, embora com menor intensidade. És tão simples que facilmente és entendido e eu gosto disso. Só queria que você gostasse de viver mais, de fazer mais coisas e de parar para reparar nos detalhes.
Nenhuma dessas pessoas ocas me interessa, elas se apaixonam por todos e em mais de um dia na semana; impossível de terem de mim o que elas querem. Muitas coisas delas são voláteis: as opiniões, os sentimentos, as paixões, o controle emocional e até a educação. 

Você não existe ou pode até estar espalhado em várias pessoas, cada uma com ou pouco de você, pois você é muito para caber dentro de uma pessoa só. Talvez você seja eu, mas eu não sirvo. Talvez eu não seja realmente tão admirável; é, eu não sou.



"O que era sonho se tornou realidade. De pouco em pouco fomos erguendo... o nosso próprio mundo. De tanto não parar agente chegou lá."




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Sequencia de filmes


Várias histórias são adaptadas para filme e fazem muito sucesso. Tanto que são exibidas nas telonas em duas, três partes ou mais. Outras até são regravadas com outros atores e com uma história modificada. Quando se faz um filme vários elementos são analisados. Afinal produzir um bom filme com bons atores e uma ótima produção custa muito caro e, portanto, requer um grande investimento que um dia se espera um retorno de pelo menos o triplo que se gastou. 
Algumas vezes ocorre de não ter mais o que contar, o que inovar para se produzir boas seqüências, mas fazem mesmo assim e você fica quase duas horas ou mais assistindo a um filme que não "progride", não avança e o pior quando pretendem fazer mais outra seqüência do mesmo filme e não se pode contar tudo na atual produção. Com isso pode esperar por várias cenas sem avanço do enredo original e deixando uma expectativa para ver o(s) próximo(s) filme(s). 
Algo assim acontece com o filme Resident Evil 5. Este filme, o ultimo da série que foi exibida no cinema, não apresentou avanço quase que nenhum na história. Foram colocadas várias cenas de lutas, que muitos adoraram, mas não achei muito interessante. Aí alguns que gostam do jogo podem vir me dizer: mas o jogo é assim mesmo, agente tem que combater vários "lutadores" para passar de fase. Mas assim, se eu quiser ver isso, melhor eu ir jogar vídeo game do que ver "alguém jogando por mim". Teve momentos lá no cinema que eu tava meio entediado e pensando: será que esse filme vai demorar muito para acabar? Não tá passando nada nesse filme, só tem esse povo lutando, ou fugindo ou morrendo e nada é contado. 

Resident Evil Retribution

Resident Evil Retribution

Resident Evil Retribution



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