quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Dia do farmacêutico


Em 3 de Novembro de 2010 o Senado aprovou o projeto de Lei PLC 145/08 instituindo dessa forma oficialmente oDia Nacional do Farmacêutico no Brasil.
A data foi escolhida por um fato histórico, no dia 20 de janeiro de 1916, foi fundada a Associação Brasileira de Farmacêuticos (A.B.F), no Rio de Janeiro.
Sempre havia uma reunião de confraternização nessa data, até que o Dr. Otto Cezar Granado, com a aprovação dos demais colegas de profissão, resolveu oficializá-la como o Dia do Farmacêutico.
Sou estudante de Farmácia na UFC e neste ano farei uma disciplina do sexto semestre (a que falta) e mais três do sétimo ( se der certo farmacotécnica); se eu conseguir, também farei o estágio I. 
Ainda não me vejo nessa profissão, mas quando penso a respeito me agradaria muito trabalhar nela, principalmente em algum ramo interessante.
Espero realmente eu finalmente conseguir me formar, o que é algo que deveria ter acontecido há muito tempo e, por motivos problemáticos, isso ainda não foi possível.
Dia 31 de janeiro inicia-se o processo de matrícula pela internet e a minha preocupação a respeito de quais disciplinas conseguirei fazer este semestre; estou confiante que conseguirei fazer ao menos umas quatro. Tomara que eu consiga.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Amanhã será um abismo, ou será um belo dia?

Algumas pessoas podem ser tão cruéis que se divertem ao ver a desgraça alheia. E não falo somente de alguns eventos ruins como ver alguém cair ou perder o emprego. Existem pessoas que gostam de ver outras sofrendo fisicamente até a morte.
Algumas pessoas podem ser tão boas que muitas vezes se esquecem que fazer o bem nem sempre compensa e pode até ser prejudicial a si mesmo.
Algumas pessoas acreditam fielmente naquilo que elas acham que é certo e são capazes de quase tudo nesta crença, até de matar ou morrer e ainda assim se considerarem justas e de bom senso.
Algumas pessoas fazem o mal sem olhar a quem sem se importar que aquela pessoa tem o mesmo direito de viver e que tem muitas outras pessoas que fazem parte da vida dela e que sentiram bastante a sua perda.
Alguns desses tipos de pessoas fazem parte do anime que se chama Monster. Terminei hoje de ver o 12º episódio e vim escrever, com receio, sobre este anime.

Sinopse:
O anime é centrado na vida de um médico brilhante que é um cirurgião-chefe em um hospital na Alemanha. Inicialmente é mostrado que os humanos são capazes de colocar interesses financeiros e políticos em prioridade frente à vida humana. E em seguida leva a crer que nem sempre fazer o bem é a melhor opção e pode destruir muitas outras vidas, inclusive a quem faz o bem. Então este médico, o Dr. Tenma, se depara em uma situação entre salvar a vida do prefeito da cidade ou a de uma criança que havia chagado bem antes ao hospital. Seguindo seus princípios ele resolve fazer a cirurgia deste garoto e o prefeito termina por falecer. Nove anos mais tarde, o sucedido Dr. Tenma descobre que o garoto que salvara havia se tornado um assassino em série. Sentindo-se responsável, por ter salvado a vida de um futuro assassino, ele parte em uma jornada em busca de informações sobre esta pessoa, o Johann, para detê-lo. Não bastando ter abandonado tudo para cumprir esse objetivo, ele ainda passa a ser o suspeito principal dos assassinatos planejados ou cometidos por Johann.




Não acredito que algum médico rico e acomodado em sua vidinha confortável abandone tudo para ir atrás de um assassino. Chega até ser chato ver esse fato, até porque não tem nada a ver o Tenma fugir da polícia sem ser culpado e ainda por cima se envolver com criminosos e em cenas de crimes cometidos pelo Johann.


Johann é uma pessoa de uma mente incrível, tanto em relação à inteligência quanto à maldade. Ele simplesmente não se importa com a vida alheia e se diverte em vê-los morrendo.

“Eu atirei um pouco de óleo na fogueira”
“Ódio nasce quando as pessoas se juntam. Eu só joguei um pouco de óleo noisso”
“Um garoto de apenas dez anos conseguiu fazer com que cinqüenta pessoas se matassem sem levantar um único dedo.”
Johann é uma “obra prima”
“Humanos se odeiam e matam uns aos outros”
E qual o objetivo de Johann? Ser a ultima pessoa viva no fim do mundo.



O autor de Monster não se limita a mostrar apenas o que Johann é capaz de fazer e sim ao que diversas pessoas podem fazer para satisfazer seus próprios interesses, sendo que tirar a vida de alguém é algo banal ou até necessário. Existem pessoas cruéis em todos os lugares, cruzamos por elas todos os dias ou até elas podem morar no mesmo lugar que você. Qualquer um é capaz de matar alguém ou tirar a própria vida. À vezes até matar é um mal necessário. Preferiria morrer a ter que matar alguém para salvar minha vida.
Johann é um exemplo de que muitas pessoas neste mundo já são ruim de natureza; não precisam estar em um ambiente familiar ou social desajustado para terem atos de crueldade. Ainda assim, é bem verdade que quase tudo o que somos quando adultos depende bastante de tudo aquilo que passamos quando crianças. Eu observei muito bem isso na minha vida, na vida da minha irmã e na vida das "crianças" do meu trabalho.

Amanhã será um abismo, ou será um belo dia?

Eu passei a pensar menos no amanha. Pensar no futuro é tão triste e dá até medo. Eu não estou só nesse medo e nessa tristeza. Posso até servir de ajuda para tem tais sentimentos. Não penso muito no abismo nem no belo dia. Apenas vou vivendo e tentando superar cada obstáculo e cada erro. Tenho tanto o que aprender.

Quero acreditar que existem boas pessoas e capazes de fazer a diferença na vida de outras de forma bastante benéfica. 
Não quero mais achar ruim ver o sol nascer. 
Quero conhecer mais pessoas como aquelas; quero que elas façam parte da minha vida. 
Quero ter controle maior sobre aquilo que sou e faço. 
Quero ser o melhor e ter o melhor. 
Quero continuar a ser admirado. 
Quero sempre ter uma boa concepção do que é certo e errado. 
Quero ser perdoado pela ignorância. 
Quero perder todo o peso. 


Vi, então, levantar-se do mar uma Fera que tinha dez chifres e sete cabeças; sobre os chifres, dez diademas; e nas suas cabeças, nomes blasfematórios. A Fera que eu vi era semelhante a uma pantera: os pés como os de urso e as faces como as de leão. Deu-lhe o Dragão o seu poder, o seu trono e a sua autoridade. Uma das suas cabeças estava como que ferida de morte, mas essa ferida de morte fora curada. E todos, pasmados de admiração, seguiram a Fera e prostaram-se diante do Dragão, porque dera o seu prestígio à Fera, e prostaram-se igualmente diante da Fera, dizendo: “Quem é semelhante Fera e quem poderá lutar com ela?”

Será mesmo necessário eu me tornar comum para conseguir sobreviver neste mundo. Não, eu não vou fazer isso. Vou ser do jeito que sou e tentar viver da melhor forma possível. Não quero ser igual a ninguém. Não preciso me tornar "fera" para conseguir derrotá-la; ou não terei outra opção. 



sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Dia cansativo; dia tranquilo.

A primeira coisa que me lembro do meu dia é de um sonho, até bom, acho. Sonhei que eu estava só em um restaurante que eu sempre freqüentava e quando eu estava indo embora vi que minha Hilux estava com pneu furado, o que me deixou bem chateado. Tal sonho foi como uma dica para o que estava por vir.

Hoje (já já ontem) era o dia em que eu levaria minha mãe, a Delma, minha irmã e duas de suas amigas para o CPMCE, onde lá pegaríamos umas declarações e umas relações de livros. Em seguida a isso iríamos para uma costureira comprar parte da farda das garotas.

No caminho para o nosso destino, perto do DETRAN e de uma nova estação de metrô tivemos o infortúnio de ter um pneu furado. O pior é que o step já estava sendo utilizado e pior ainda era que eu tinha avisado para a minha mãe que isso poderia acontecer. Mas em fim ocorreu tudo bem e ainda fizemos o que pretendíamos. Andei muito atrás de uma borracharia que fizesse o serviço.

Outro evento inusitado e inédito me acontece quando vou passear com a PITTY e comprar uma bolsa para minha câmera fotográfica. Acabei demorando mais que o previsto e também me atrasei para o trabalho. Andei mais ainda.

Se a vida é muito doida, as pessoas são totalmente sem sentido em tudo o que fazem. Como é possível estar tão perto e ao mesmo tempo tão longe? Como é possível errar e acertar ao mesmo tempo? Como é possível tirar algo de bom de um evento tão desagradável? Como é possível não termos tantas respostas?

Por que eu tenho que usar duas sandálias da mesma cor?




Nem sempre o que parece errado é realmente errado. O que é dito como errado de ser apenas resultado de uma idéia aceita pela maioria. Mas eu não sou a maioria, sou um só e tenho minhas individualidades.

É estranho como algumas coisas que acontecem parecem planejadas para que tenhamos consciência de algo ruim ou errado que fizemos.

É tão difícil entender tantas pessoas...











segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Difícil de acreditar

Nada sei dessa vida, vivo sem saber. Posso até ter aprendido algo, mas está bem longe de ser o suficiente. Quantas vidas seriam necessárias para eu aprender tudo? Para que eu possa viver de forma mais adequada, mais certa. Mas será que isso é possível? Mesmo se eu não errar, bilhões de pessoas ao meu redor ainda estarão errando e eu sou só um grão de areia. Imaginei agora o que pessoas como Mahatma Gandhi fizeram tanto para chamarem atenção e serem sempre lembrados até hoje, de tempos em tempos. Assim como mesmo já me falaram, não sou culto e realmente admito que não sei de muita coisa, mas quem sabe? Eu sei que a vida é sempre um risco e eu tenho medo.

Todos tem uma opinião formada sobre mim, outros apenas acreditaram no rótulo que me deram. Aqui estão algumas opiniões sobre mim: arrogante, antipático, sério, grosseiro, feio, mau-caráter, mentiroso, preguiçoso, depressivo, chato, imaturo, idiota, simples, simpático, alegre, gentil, bonito, bom, sincero, esforçado, legal, maduro e inteligente. Eu queria simplesmnte ignorar tudo o que acham de mim, mas eu ainda não posso.

O que sei de mim, e talvez realmente não seja verdade, é que tento ser uma boa pessoa, sou simples, tranqüilo, forte, gentil (quando me dão oportunidade), estudioso, esperançoso, meio triste, meio alegre, insatisfeito com o mundo inteiro e diferente da maioria.

Deixe suas cores explodirem
Você vai deixá-los surpreendidos.
Você é original e não pode ser substituído.
Talvez a razão de todas as portas estarem fechadas seja que você ainda nem tentou abri-las.
Você só tem que acender a luz e deixá-la brilhar.
Vá e frente e mostre o que você vale.
E quem se importa?
Ninguém se importa.
Sou pequeno demais para notarem algo especial em mim.
Existe esse alguém no mundo?
Sim existe; ou é só tudo mentira?
Você diz que me ama.
Diz que te dei uma razão para viver e fazer o melhor.
Mas só palavras não bastam.
Você tem que ter paciência e mostrar-me aquilo tudo que você falou.
Só assim poderei ficar tranqüilo e sorrir de verdade.

“Na primeira vez que eu te vi, eu vi o amor. Na primeira vez que você me tocou, eu senti o amor. Agora eu sei que por toda a eternidade o amor, esse amor, continuará comigo.”


Muita coisa está bagunçada
Meu quarto.
Minha vida.
Minha faculdade.
Meu trabalho.
Minha família.
Meu lar.

Acho que se eu tivesse alguém como você eu teria mais capacidade de arrumar tudo, assim como você também diz que vai fazer.

Espero que não tenha sido só mais um erro, até agora não.

Dia 08 (sábado) teve um ótimo show do Kid Abelha e eu adorei muito; tirando os gays desagradáveis, os marginais e a demora para irem me buscar, foi tudo ótimo. Via a Paula Toller cantando bem perto de mm; cheguei 19:45 e às 20:20 começou o show da banda de abertura ( Soul POP) e às 22:35 começou o show do Kid Abelha e foi até 00:10.
Soul Pop

Kid Abelha